História

Costa Azul:

O Costa Azul antes era chamado de praia do Chega Nego, pois os portugueses desembarcavam os negros nessa área e quando eles fugiam se escondiam no norte do lugar em que hoje é o bairro. Um tempo depois, foi parte da pituba até construirem o clube costa azul. Assim esse pequeno bairro foi chamado de costa azul.Curiosamente a denominação de Costa Azul para essa região da Cidade do Salvador, nasceu no início do ano de 1974, quando um grupo de condôminos do Ed. Pedra de Allah I, localizado na rua Dr. Bureau (anteriormente chamada de Rua dos Maçons), após o recebimento de seus imóveis, em primeira reunião resolveram adotar um nome mais curto para identificar as correspondências que iriam passar a receber. Essa região faz parte de um dos loteamentos mais antigos que deram origem à Pituba, que surge do "Loteamento Cidade da Luz". Já essa outra região, além do Rio Camaragibe ou Camarogipe, oficialmente passou a ser o "Loteamento ampliação Cidade da Luz". Em votação e para se diferenciarem do STIEP. 
                                                    



Pituba: 
“No início do século XX, Joventino Pereira da Silva, juntamente com seu cunhado Manoel Dias da Silva, adquiriu a Fazenda Pituba, e, juntos, traçaram o plano Cidade Luz. Joventino, que era mineiro, trouxe consigo a idéia de implantar na Pituba uma estrutura moderna igual à de Belo Horizonte, com quadras divididas estrategicamente, ruas largas e muitos espaços para belas moradias. O projeto de loteamento foi publicado em 1919, com relatório assinado pelo engenheiro civil Teodoro Sampaio, e aprovado pela Prefeitura Municipal de Salvador em 1932. O esquadrinhamento do terreno estabeleceu a abertura de 10 vias logitudinais paralelas à linha da costa, algumas das quais seriam denominadas avenidas, e 15 transversais perpendiculares às primeiras. Ficou estabelecido em documento de 1915 que o eixo principal do arruamento, então conhecido como Estrada da Pituba, seria denominado Avendia Manoel Dias da Silva, oficializada pela Lei Municipal nº 1.664, de 2 de dezembro de 1964”. Claro que a Pituba não se resume à Avenida Manoel Dias da Silva, mas esse foi o “pontapé” inicial para o surgimento desse bairro de proporções imensas. Hoje, quase ninguém sabe exatamente os seus limites, tão vasto é o seu alcance. Pensando bem, tecnicamente, Iguatemi é Pituba; a Avenida Tancredo Neves e toda a sua gama de prédios empresariais é Pituba; o Itaigara é Pituba; Caminho das Árvores é Pituba – diante de tamanha diversidade uma nica palavra pode resumir esse bairro: pluralidade





Amaralina:
O bairro de Amaralina era a antiga Fazenda Alagoas, uma referência a uma lagoa que existia no local. A fazenda passou a chamar-se Fazenda do Amaral, após José Álvares do Amaral comprá-la e dar seu sobrenome. Durante a II Guerra Mundial foi ali que os norte-americanos instalaram o posto aeronáutico que, após o conflito, passou para a Aeronáutica, hoje funcionando o 19º Batalhão de Artilharia Anti-Aérea.Durante o regime ditatorial de 1964, para lá, o Quartel de Amaralina, foram encaminhados e torturados vários dos presos políticos do estado , como o poeta Camillo de Jesus Lima, Pedral Sampaio, Othon Jambeiro,Nudd David de Castro e outros intelectuais.
                                 

Rio Vermelho:
O Rio Vermelho tem sua história iniciada no século XVI, com onaufrágio de Caramuru ao seu território. Aqui viviam ostupinambás e Caramuru foi o elo de comunicação entre os nativos e os europeus. Quando o primeiro governador-geral chegou aSalvador, as terras a uma légua para o norte e duas léguas para o sertão do Rio Camarajipe foram doadas a Antônio de Ataíde. E assim nasceu o Rio Vermelho. Inicialmente a região tinha poucos habitantes, com uma paisagem de currais, armação de pesca e jesuítas.
                       
Federação:

O bairro da Federação forma-se a partir da expansão residencial urbana. Os caminhos do tempo guardam uma coleção de histórias pessoais na qual está inscrita a história do bairro. Em cada lugar está guardada a história daqueles que o construíram. A Federação e o Engenho Velho da Federação nascem, portanto, como região marginal, afastada do centro administrativo da antiga cidade do Salvador, pouco valorizada por causa de seus morros entremeados de vales e entradas de difícil acesso. Professor Cid Teixeira, entrevistado por Ubiratan de Castro no livro “Salvador Era Assim” conta que a expansão se deu da espinha dorsal em direção a outros logradouros populares. A memória do tempo em que o transporte era difícil - o som do bonde de número Sete chegava até onde está hoje a Escola de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia e do bonde de número Vinte e Sete, que ia até o Campo Santo - aparecem na falas dos antigos moradores do bairro. O cemitério do Campo Santo, aliás, é uma forte referência cultural da região. Cid Teixeira fala sobre o nome de antigas chácaras e ruas muito conhecidas atualmente, como a antiga Pedra da Marca, que hoje tem o nome de Cardeal da Silva. Relembrando ainda o seu passado, professor Cid conta sobre a casa onde nasceu, hoje ocupada pelo DCE, até o local onde fica a faculdade de Arquitetura. Fala da praia, aonde ia para veranear, do futebol de baba, das relações de respeito entre os vizinhos, da cordialidade, das roças, das pessoas conhecidas e também de sua vizinha, Dona Escolástica – Mãe Menininha do Gantóis. 
                                   
Campo Grande: 

 A sua origem está relacionada, no contexto da transferência da corte portuguesa para o Brasil, com a passagem da Família Real Portuguesa a Salvador (1808). Diferentemente de bairros mais antigos, neste, as casas foram construídas distantes dos lotes vizinhos e das vias públicas.No início da década de 1980 o Campo Grande viu-se novamente transformado em palco de batalhas campais, desta feita entre os estudantes, contestando o aumento das passagens de ônibus, ocasião em que foram reprimidos pelas tropas da Polícia Militar, enviadas pelo então governador Antônio Carlos Magalhães (1981). Desde então, tem sido palco das grandes manifestações populares e reivindicatórias - como a gigantesca passeata do "Fora Collor", dez anos depois.
                                                              




Comércio: 
 O Comércio é um bairro de Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia. Primeiro bairro de negócios organizado do país, abriga um dos principais centros financeiros e de serviços da capital baiana. No entanto, o bairro sofreu um período de estagnação no início dos anos 80, com a migração dos empresariais para a região do Iguatemi, só recuperando sua posição no período recente





Calçada: 
A Calçada é o primeiro bairro entre a Cidade Baixa e o Subúrbio ferroviário de Salvador. É neste bairro que se encontra a mais importante estação rodoviário da cidade, que liga a região de água de meninos ao bairro de Paripe. Há um plano inclinado que liga a Calçada ao Bairro da Liberdade. Na Calçada é onde se concentra a maioria das revendas de materiais elétricos e equipamentos e EPI´s destinados a Industrias.





                         


Bonfim:  
 Situado numa das regiões mais privilegiadas da cidade, de onde se pode contemplar toda a beleza da Baía de Todos os Santos, o bairro do Bonfim é sinônimo de devoção. Abençoado pela mais querida igreja da Bahia, a Basílica do Senhor do Bomfim, inaugurada em 24 de junho de 1754, o Bonfim revela do alto da Colina Sagrada um contraste entre duas cidades distintas: a do seu entorno, constituída de casas datadas do pós guerra e a da Salvador moderna de “além mar” com seus espigões na Vitória e na Barra. Habitado por um povo apaixonado e orgulhoso, o bairro é o ponto culminante da mais rica celebração religiosa do país, a Lavagem do Bonfim, onde católicos e adeptos do candomblé comungam uma mesma fé







Paripe: 
Originalmente, Paripe era uma fazenda que pertencia a Francisco Aguilar. Ali, cultivando sempre a religião católica dos portugueses, ergueu- se a Capela de Nossa Senhora do Ó, em data imprecisa: para uns, ela foi construída em 1608, para outros, em 1690.



  
Periperi:  
Surgida como uma fazenda em meados do século XIX, Periperi deu início a seu crescimento desenfreado a partir da construção do trecho Calçada - Paripe. Alguns empregados da ferrovia arrendaram terrenos e construíram suas casas; assim surgiram os primeiros aglomerados. Na década de 40, o crescimento da população do subúrbio aumentou. Em 1948, Periperi já tinha cerca de 6 mil habitantes. Com a instalação de complexos industriais na região, o número de moradores cresceu ainda mais e, no ano de 1960, já havia em Periperi cerca de 30 mil moradores. Até antes da implantação da Suburbana, o bairro se destacava pela qualidade de vida. Naquela época, havia opções de lazer, como shows e até uma sala de cinema, o cine Plaza.

 Subúrbio: 
 
O Subúrbio Ferroviário abrange 22 bairros onde moram 24,55% da população soteropolitana, ou seja, lá estão cerca de 600 mil habitantes. Até 1970 o local era formado por lugarejos, comunidades tradicionais de pescadores e veranistas que aproveitavam a pesca farta e as belezas das praias e enseadas banhadas pelas águas calmas da Baía de Todos os Santos. A linha do trem da antiga Leste (Viação Ferroviária Leste Brasileiro), inaugurada em 1860, fez com que as pessoas conhecessem melhor esta linda parte de Salvador



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